O Artilheiro Comentarista
Envio de Dados do Agro à ONU pelo Ibama em vez do MAPA Pode Gerar Distorções, Alertam Especialistas

Envio de Dados do Agro à ONU pelo Ibama em vez do MAPA Pode Gerar Distorções, Alertam Especialistas

A responsabilidade pela coleta e envio de dados do agronegócio brasileiro às organizações internacionais, como a ONU, é compartilhada entre diversas instituições governamentais, cada uma contribuindo conforme sua área de atuação. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) têm um papel central na elaboração e envio de documentos que destacam a sustentabilidade e o desempenho do setor agropecuário brasileiro. Por exemplo, em 2020, o Mapa e a Embrapa enviaram à ONU um documento ressaltando o potencial e a sustentabilidade do modelo agrícola tropical desenvolvido no Brasil.

Por outro lado, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é responsável por monitorar e fiscalizar aspectos ambientais relacionados ao agronegócio, como o uso de agrotóxicos e o desmatamento. Em 2021, o Ibama ampliou a divulgação de dados sobre a produção e comercialização de agrotóxicos no Brasil, reforçando seu compromisso com a transparência e a sustentabilidade ambiental.

A integração e a coerência entre os dados fornecidos por essas instituições são fundamentais para evitar distorções na percepção internacional sobre o agronegócio brasileiro. Uma comunicação alinhada garante que os dados reflitam com precisão a realidade do setor, promovendo uma imagem positiva e confiável do Brasil no cenário global.

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