Premier League pode adotar ‘teto salarial’ igual NBA e NFL; entenda
A Premier League estuda uma mudança histórica em seu modelo financeiro. A liga inglesa deve decidir nos próximos meses se implementará um teto salarial para os clubes, medida que limitaria os gastos com jogadores — uma proposta inédita no futebol europeu, mas comum em ligas esportivas dos Estados Unidos, como a NBA e a NFL.
A ideia surge em meio a preocupações sobre a desigualdade financeira crescente entre as equipes da primeira divisão inglesa. Clubes como Manchester City, Chelsea e Manchester United gastam cifras muito superiores às de times menores, o que, segundo dirigentes, ameaça a competitividade e a sustentabilidade do campeonato.
O teto salarial faria parte de um pacote de reformas que também inclui regras de controle orçamentário mais rígidas, inspiradas em modelos de sucesso de outros esportes. O objetivo é criar um ambiente mais equilibrado, onde o desempenho em campo não dependa exclusivamente do poder econômico.
Ainda não há consenso entre os clubes. Enquanto as equipes menores veem a proposta como uma oportunidade para reduzir a distância financeira em relação aos gigantes da liga, os clubes mais ricos demonstram resistência, argumentando que o limite poderia reduzir a atratividade global da Premier League e dificultar a contratação de estrelas internacionais.
A decisão final deve ser tomada até o início de 2026, após debates internos e consultas com a Associação de Jogadores Profissionais (PFA) e outras entidades do futebol inglês. Caso seja aprovada, a medida poderá redefinir o modelo econômico do futebol europeu, marcando um novo capítulo na história da liga mais valiosa do mundo.
A Premier League estuda uma mudança histórica em seu modelo financeiro. A liga inglesa deve decidir nos próximos meses se implementará um teto salarial para os clubes, medida que limitaria os gastos com jogadores — uma proposta inédita no futebol europeu, mas comum em ligas esportivas dos Estados Unidos, como a NBA e a NFL.
A ideia surge em meio a preocupações sobre a desigualdade financeira crescente entre as equipes da primeira divisão inglesa. Clubes como Manchester City, Chelsea e Manchester United gastam cifras muito superiores às de times menores, o que, segundo dirigentes, ameaça a competitividade e a sustentabilidade do campeonato.
O teto salarial faria parte de um pacote de reformas que também inclui regras de controle orçamentário mais rígidas, inspiradas em modelos de sucesso de outros esportes. O objetivo é criar um ambiente mais equilibrado, onde o desempenho em campo não dependa exclusivamente do poder econômico.
Ainda não há consenso entre os clubes. Enquanto as equipes menores veem a proposta como uma oportunidade para reduzir a distância financeira em relação aos gigantes da liga, os clubes mais ricos demonstram resistência, argumentando que o limite poderia reduzir a atratividade global da Premier League e dificultar a contratação de estrelas internacionais.
A decisão final deve ser tomada até o início de 2026, após debates internos e consultas com a Associação de Jogadores Profissionais (PFA) e outras entidades do futebol inglês. Caso seja aprovada, a medida poderá redefinir o modelo econômico do futebol europeu, marcando um novo capítulo na história da liga mais valiosa do mundo.