
Em entrevista ao portal SPORTbible, o ex-médico e especialista em neurocirurgia Gary Hopkins declarou que a situação de Michael Schumacher tende a permanecer reclusa de forma permanente. O heptacampeão mundial de Fórmula 1 vive afastado da vida pública desde o grave acidente de esqui sofrido em dezembro de 2013, nos Alpes franceses — episódio que mudou completamente sua rotina e exigiu uma estrutura médica contínua.
Hoje com 56 anos, Schumacher divide seu tempo entre duas propriedades mantidas pela família: a mansão às margens do Lago de Genebra, na Suíça, onde iniciou seu tratamento após deixar o hospital, e uma residência de alto padrão em Maiorca, na Espanha, preparada para receber o ex-piloto com conforto e sigilo absoluto. Em ambos os locais, ele conta com acompanhamento especializado, cuidados médicos diários e um ambiente isolado para preservar sua privacidade.
Segundo Hopkins, o nível de proteção e confidencialidade adotado pela família — especialmente pela esposa, Corinna — reflete não apenas o estado de saúde delicado, mas também a decisão de blindar Schumacher de qualquer exposição pública. O caso permanece envolto em grande restrição de informações, reforçando o respeito à intimidade de um dos maiores nomes da história do automobilismo.
A fala do especialista reacende o debate sobre a condição do ex-piloto, mas também evidencia a postura da família: seguir cuidando de Michael longe dos holofotes, preservando sua dignidade e garantindo o melhor suporte possível em silêncio e dedicação.
