
Desde seu retorno à Baixada Santista em 31 de janeiro, Neymar enfrentou novamente um obstáculo recorrente em sua trajetória: as lesões. O atacante sofreu três lesões na coxa e uma no joelho no período, ficando fora de grande parte da reta final do Campeonato Brasileiro e reacendendo debates sobre sua condição física e durabilidade em alto nível.
Mesmo sendo um dos jogadores mais talentosos de sua geração, Neymar convive há anos com interrupções frequentes em sua carreira, muitas delas em momentos decisivos. As recorrentes lesões comprometem sua continuidade, afetam seu desempenho, ritmo de jogo e limitam sua disponibilidade para clube e seleção.
O retorno ao Santos, marcado por expectativa e grande repercussão, acabou sendo ofuscado pelo novo ciclo de problemas físicos. A comissão técnica tem adotado cautela máxima, e o próprio atleta mostrou frustração com a dificuldade de engatar uma sequência de partidas.
As lesões musculares na coxa e o problema no joelho reforçam um padrão que acompanha o camisa 10 desde passagens por Barcelona, PSG e na própria Seleção Brasileira. Embora Neymar apresente qualidade técnica acima da média, suas ausências sucessivas geram preocupação e discussão sobre preparação, prevenção e futuro.
Com a temporada chegando ao fim, o Santos monitora a evolução do atleta para 2026, enquanto Neymar trabalha para recuperar o condicionamento e deixar para trás mais um período marcado por limitações físicas.
