O Artilheiro Comentarista
Não é o Flamengo: campeão nacional na América do Sul se consolida como o ‘maior’ do continente

Não é o Flamengo: campeão nacional na América do Sul se consolida como o ‘maior’ do continente

Filipe Luís, do Flamengo, ergue o troféu após vitória sobre o Palmeiras na final da Libertadores (Foto: Luis Acosta/AFP)

Enquanto o foco do futebol sul-americano esteve totalmente voltado para a decisão da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo — conquista que coroou mais um título rubro-negro —, o Uruguai viveu um domingo igualmente intenso e decisivo. Em Montevidéu, o Nacional sagrou-se campeão uruguaio de 2025 ao derrotar o Peñarol por 1 a 0, em um clássico marcado por tensão, equilíbrio e um final dramático.

O título foi definido somente na prorrogação, quando o Nacional encontrou o gol que garantiu a festa de sua torcida e confirmou a superioridade tricolor na reta final da competição. O duelo, como era esperado, foi travado do primeiro ao último minuto, com as duas equipes criando chances e impondo um ritmo físico alto — características tradicionais do clássico mais emblemático do país.

Além do peso histórico da rivalidade, a partida carregava o simbolismo de uma temporada marcada por oscilações e disputas ponto a ponto entre os dois gigantes uruguaios. A vitória tricolor não apenas assegurou o troféu, mas também deu ao clube um final perfeito em um campeonato competitivo e emocional do início ao fim.

Mesmo com a Libertadores dominando o noticiário continental, a decisão uruguaia mostrou novamente por que o clássico Nacional x Peñarol segue sendo uma das maiores paixões do futebol sul-americano.

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