
As pioneiras da Seleção Brasileira feminina querem estar presentes em um dos momentos mais simbólicos da história do futebol nacional: a abertura da Copa do Mundo de 2027, que será disputada no Brasil. O pedido, articulado por Marisa, primeira capitã da equipe, carrega forte valor afetivo e representativo — um elo entre quem abriu portas e quem hoje carrega o legado da modalidade.
A proposta é simples, mas profundamente significativa: que as jogadoras que marcaram o início da trajetória da Seleção feminina entrem em campo ao lado da nova geração na cerimônia inaugural do Mundial. Para Marisa e suas companheiras, o gesto seria um reconhecimento oficial do esforço das atletas que, por décadas, enfrentaram preconceito, falta de investimento e invisibilidade para manter viva a presença da mulher no futebol.
A Copa do Mundo de 2027 será o maior evento da história do futebol feminino no país. Para as pioneiras, participar da abertura não é apenas uma homenagem, mas um símbolo de continuidade — a celebração de um caminho construído a duras penas e que hoje permite que o Brasil receba o torneio com protagonismo e orgulho.
A decisão ainda depende de alinhamento com a CBF e com a FIFA, mas o movimento já encontra apoio entre ex-jogadoras, profissionais da modalidade e torcedores. Caso se concretize, o momento pode marcar um dos instantes mais emocionantes e representativos da competição.
