
Dono de um dos trabalhos mais consistentes entre treinadores brasileiros no exterior, André Jardine completou nesta quinta-feira (12) quatro anos desde sua estreia no futebol mexicano. Aos 46 anos, o gaúcho consolidou uma trajetória marcada por títulos, regularidade e protagonismo à frente do Atlético de San Luis e do Club América.
A chegada ao México representou um divisor de águas na carreira do treinador. Após passagem pela base da Seleção Brasileira e experiência no futebol nacional, Jardine assumiu o desafio no Atlético de San Luis, onde rapidamente ganhou reconhecimento pela organização tática e pela valorização de jovens talentos.
Consolidação e títulos
O salto definitivo veio no América-MEX. Em um dos clubes mais tradicionais e pressionados do país, Jardine não apenas manteve desempenho competitivo, como também conquistou títulos e recolocou a equipe no centro das decisões. Seu modelo combina intensidade na recuperação da bola, amplitude ofensiva e controle estratégico dos jogos — características que dialogam com o perfil moderno do futebol internacional.
Sob seu comando, o América passou a apresentar identidade clara, solidez defensiva e eficiência nas transições, fatores que sustentaram campanhas consistentes nas principais competições nacionais.
Reformulação para 2026
Agora, o treinador conduz um novo ciclo. Com foco na temporada 2026, Jardine lidera um processo de reformulação do elenco, equilibrando experiência e juventude. A proposta é manter o clube competitivo enquanto prepara uma base sólida para os próximos anos.
Quatro anos após sua estreia no México, André Jardine reafirma seu nome como um dos técnicos brasileiros mais valorizados no cenário internacional — exemplo de adaptação, método e resultados em um mercado exigente e altamente competitivo.
