
Sábado, 8 de julho de 2023. A data marcou a última vez em que a torcedora do Palmeiras, Gabriela Anelli, de 23 anos, deixou sua casa para fazer o que mais gostava: acompanhar o time do coração. Ela não voltou.
Gabriela tornou-se mais um nome na estatística que assombra o futebol nacional. Segundo levantamento do jornalista e pesquisador Rodrigo Vessoni, entre 1988 e 2023, 384 pessoas perderam a vida em episódios relacionados à violência no esporte — um retrato duro que evidencia a incapacidade histórica de se combater o problema com eficiência e responsabilidade.
A morte da jovem palmeirense simboliza o quanto o ambiente que deveria ser de paixão, festa e rivalidade saudável ainda convive com práticas criminosas e confrontos que nada têm a ver com esporte. O caso reacendeu debates, mobilizou autoridades e colocou novamente em pauta a urgência de medidas mais rígidas, planejamento integrado e políticas que garantam segurança real aos torcedores.
A história de Gabriela segue como alerta e como memória — para que o futebol
