
O dia 31 de outubro marca o Halloween, celebração tradicional em diversos países e amplamente associada a histórias sombrias, fantasmas e lendas. No universo do futebol, a data também encontra espaço — não com vampiros ou bruxas, mas com episódios que ganharam fama no imaginário popular e ficaram conhecidos como “maldições”.
Ao longo dos anos, torcedores, dirigentes e jornalistas utilizaram essas crenças para explicar derrotas improváveis, eliminações traumáticas ou títulos que insistiram em não vir. Para muitos, tratava-se apenas de superstição. Para outros, a força do folclore era grande o suficiente para justificar a sequência de fracassos.

Entre os exemplos mais lembrados estão clubes que passaram décadas sem conquistar determinados campeonatos, estádios vistos como “azarados” e camisas que supostamente davam má sorte a seus donos. Jogadores também entraram na lista, com narrativas que apontavam transferências, números e até chuteiras como responsáveis por momentos ruins dentro de campo.
Apesar do tom místico, as chamadas “maldições” revelam uma face curiosa do futebol: a cultura popular que toma forma nas arquibancadas. Cada geração cria ou reforça histórias, e muitas delas acabam ganhando vida própria, ultrapassando fronteiras e se tornando parte do folclore da bola.
Se Halloween é tempo de sustos e mistério, no futebol ele traz à memória episódios que mexeram com a imaginação de torcedores. Histórias que, reais ou não, seguem vivas porque fazem parte da paixão coletiva que transforma o esporte em algo maior do que gols, pontos e troféus.
