
De acordo com os advogados de Éderson, havia um acordo que garantia ao jogador 30% do valor de uma futura transferência. Afirma-se que o Corinthians não depositou os valores da venda de Éderson à Salernitana, que ocorreu em janeiro de 2021 por 6,5 milhões de euros. Assim, o processo acusa enriquecimento ilícito e apropriação indébita por parte do clube, que deveria ter repassado R$ 3,1 milhões ao jogador.
O processo detalha tentativas de comunicação com o Corinthians, incluindo trocas de e-mails com Roberto Gaviolli, então diretor financeiro, sobre a conta para o depósito. Após a falta de resposta e pagamento, Éderson e Cury recorreram à Justiça.
