O Artilheiro Comentarista
Libertadores começa com hegemonia histórica do Brasil e estreias de Bahia e Botafogo

Libertadores começa com hegemonia histórica do Brasil e estreias de Bahia e Botafogo

A América do Sul volta a respirar Libertadores, mas com um protagonista claro nos últimos anos: o Brasil. A partir desta quarta-feira (18), começa mais uma edição da Copa Libertadores da América, novamente sob a sombra de uma hegemonia verde e amarela difícil de contestar.

Domínio recente incontestável

Desde 2019, clubes brasileiros transformaram a competição em território quase exclusivo. Foram títulos consecutivos de Flamengo, Palmeiras e Fluminense, além de finais majoritariamente compostas por equipes do Brasil, evidenciando um desequilíbrio técnico e financeiro em relação aos rivais do continente.

A combinação entre alto investimento, receitas robustas de televisão e premiações, além da capacidade de reter talentos por mais tempo, colocou o futebol brasileiro em outro patamar competitivo dentro da América do Sul.

Elencos fortes e favoritos definidos

Para a edição que se inicia, o cenário pouco muda. Palmeiras e Flamengo novamente despontam como candidatos naturais ao título, enquanto clubes como Atlético Mineiro e São Paulo aparecem como forças capazes de brigar pelas fases decisivas.

Além do poder financeiro, pesa também a profundidade dos elencos. A maratona de jogos no calendário sul-americano exige reposição à altura — algo que os brasileiros têm conseguido manter com regularidade.

Resistência argentina e desafios continentais

Apesar do domínio recente, a tradição argentina segue viva. Clubes como River Plate e Boca Juniors tentam frear a supremacia brasileira e recolocar a Argentina no topo do continente.

Equipes do Uruguai, Colômbia e Equador também apostam na força do mando de campo e na competitividade histórica para surpreender.

Pressão e expectativa

Com o favoritismo declarado, cresce também a pressão. Para os brasileiros, cair precocemente passou a ser encarado como fracasso. A régua subiu. A Libertadores deixou de ser sonho distante para se tornar obrigação anual.

A partir desta quarta-feira, a bola volta a rolar e o continente observa: manterá o Brasil a hegemonia ou veremos uma reação histórica dos rivais?

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