
A corrida pelo posto de Rei das Américas está oficialmente aberta. A partir desta quarta-feira (18), quando a bola rolar pela fase preliminar da Copa Libertadores da América, começa também a disputa individual mais simbólica do continente: quem será o melhor jogador da América do Sul em 2026?
Com brasileiros entrando em campo fora de casa — o Bahia diante do O’Higgins, no Chile, e o Botafogo também iniciando sua caminhada — a temporada continental ganha contornos que vão além da luta pelo título coletivo.
Tradição que atravessa gerações
O prêmio de Rei das Américas, concedido tradicionalmente ao melhor jogador do continente, carrega peso histórico. Nomes como Zico, Romário e Neymar já figuraram entre os protagonistas sul-americanos em diferentes eras, consolidando a importância simbólica da honraria.
Nos últimos anos, o domínio brasileiro na Libertadores também se refletiu nas premiações individuais. O protagonismo em finais, gols decisivos e atuações em mata-mata costumam pesar diretamente na escolha.
Brasileiros largam como favoritos
Com elencos competitivos e forte presença nas fases decisivas recentes, clubes do Brasil novamente despontam como terreno fértil para o próximo Rei. O desempenho na Libertadores, aliado ao impacto em competições nacionais, tende a ser determinante.
Além disso, a visibilidade internacional da competição e o calendário apertado tornam cada atuação decisiva ainda mais valiosa no imaginário de jornalistas e torcedores, que tradicionalmente participam da votação.
A corrida começa agora
Se o título coletivo exige regularidade e força do grupo, a coroa individual depende de momentos marcantes. Um gol histórico fora de casa, uma atuação dominante em clássico continental ou protagonismo em final podem mudar o rumo da disputa.
A Libertadores começa oficialmente nesta quarta-feira. E, junto com ela, a corrida pelo trono da América do Sul também já está em campo.
