
No cenário mundial do futebol profissional, em um ambiente marcado por alta rotatividade dos treinadores, alguns nomes se destacam pela longevidade à frente de um mesmo clube — resultado de estabilidade, confiança da diretoria e desempenho consistente. A lista abaixo reúne os técnicos mais longevos em seus respectivos clubes atualmente, considerando permanência contínua.
🧠 Ranking de longevidade dos treinadores em 2025/2026
| Posição | Técnico | Clube | Início no cargo |
|---|---|---|---|
| 1️⃣ | Frank Schmidt | 1. FC Heidenheim (ALE) | Desde 2007 |
| 2️⃣ | Gurban Gurbanov | Qarabağ FK (AZE) | Desde 2008 |
| 3️⃣ | Simon Weaver | Harrogate Town (ING) | Desde 2009 |
| 4️⃣ | Diego Simeone | Atlético de Madrid (ESP) | Desde 2011 |
| 5️⃣ | Pep Guardiola | Manchester City (ING) | Desde 2016 |
| 6️⃣ | Brian Schmetzer | Seattle Sounders (EUA) | Desde 2016 |
| 7️⃣ | Frédéric Taquin | La Louvière (BEL) | Desde 2017 |
| 8️⃣ | Jindrich Trpisovsky | Slavia Praga (TCH) | Desde 2018 |
| 9️⃣ | Sergey Semak | Zenit São Petersburgo (RUS) | Desde 2018 |
| 🔟 | Óscar Pareja | Orlando City (EUA) | Desde 2019 |
| 📍 | Abel Ferreira | Palmeiras (BRA) | Desde 2020 |
📌 Destaques e contexto
- Frank Schmidt é atualmente o técnico com maior tempo de trabalho em um único clube na elite do futebol mundial, assumindo o Heidenheim em 2007 e mantendo-se no cargo desde então, numa carreira que começou no quinto escalão alemão e chegou à Bundesliga.
- Diego Simeone e Pep Guardiola representam os casos mais significativos em grandes ligas europeias, com longas jornadas no Atlético de Madrid e Manchester City, respectivamente.
- Abel Ferreira, do Palmeiras, figura como um dos poucos representantes do futebol sul-americano entre os mais longevoss, evidenciando estabilidade rara no cenário brasileiro, onde a média de permanência de técnicos é extremamente baixa — cerca de seis meses na elite nacional.
🔍 Observações
- A longevidade de um técnico costuma refletir não apenas resultados esportivos, mas também alinhamento com a filosofia do clube e estabilidade institucional.
- No Brasil, raríssimos treinadores ultrapassam um ano no mesmo cargo, o que torna permanências mais longas — como a de Abel no Palmeiras — ainda mais notáveis.
