‘Voz Corinthiana’: torcedores criam coletivo para mudar estatuto do Corinthians
Democratizar o estatuto do Corinthians e garantir que a Fiel tenha voz ativa nas decisões do clube. Com esse propósito, um grupo de torcedores lançou o “Coletivo Voz Corinthiana”, movimento que busca atuar diretamente nas discussões sobre a reforma do estatuto social da instituição.
A iniciativa nasceu da insatisfação de parte da torcida com a distância entre os sócios e a administração do clube, especialmente em um momento de debates sobre mudanças estruturais e transparência na gestão. O coletivo defende que o novo estatuto incorpore mecanismos que ampliem a participação popular e fortaleçam a fiscalização sobre os dirigentes.
Entre as principais propostas discutidas pelo grupo estão a ampliação do colégio eleitoral, o voto direto para presidente e a criação de instrumentos de consulta à torcida, permitindo que os corintianos contribuam de forma mais efetiva nas decisões estratégicas. Segundo os organizadores, a ideia é transformar o torcedor em agente político dentro do clube, e não apenas em espectador.
“O Corinthians é do povo, e o povo precisa ser ouvido. Queremos um clube mais democrático, transparente e moderno”, afirma um dos integrantes do Voz Corinthiana.
O movimento também utiliza as redes sociais para divulgar suas ideias e promover debates sobre o futuro do clube. A expectativa é de que o coletivo apresente suas sugestões formais durante o processo de revisão do estatuto, que deve ser conduzido nos próximos meses pelo Conselho Deliberativo.
Além das propostas políticas, o grupo pretende organizar eventos e rodas de conversa com ex-dirigentes, sócios e especialistas em governança esportiva, com o objetivo de reunir ideias e construir um modelo mais participativo.
O tema da reforma do estatuto é considerado crucial nos bastidores do Parque São Jorge. Dirigentes, conselheiros e diferentes alas da torcida reconhecem que o Corinthians precisa modernizar suas práticas administrativas e criar regras que favoreçam maior transparência e profissionalização.
Para o “Voz Corinthiana”, a transformação só será legítima se incluir quem faz parte da essência do clube: a torcida.
“A Fiel sempre esteve presente nas arquibancadas e agora quer estar presente também nas decisões. O Corinthians nasceu do povo e deve continuar sendo do povo”, reforçam os organizadores.
Democratizar o estatuto do Corinthians e garantir que a Fiel tenha voz ativa nas decisões do clube. Com esse propósito, um grupo de torcedores lançou o “Coletivo Voz Corinthiana”, movimento que busca atuar diretamente nas discussões sobre a reforma do estatuto social da instituição.
A iniciativa nasceu da insatisfação de parte da torcida com a distância entre os sócios e a administração do clube, especialmente em um momento de debates sobre mudanças estruturais e transparência na gestão. O coletivo defende que o novo estatuto incorpore mecanismos que ampliem a participação popular e fortaleçam a fiscalização sobre os dirigentes.
Entre as principais propostas discutidas pelo grupo estão a ampliação do colégio eleitoral, o voto direto para presidente e a criação de instrumentos de consulta à torcida, permitindo que os corintianos contribuam de forma mais efetiva nas decisões estratégicas. Segundo os organizadores, a ideia é transformar o torcedor em agente político dentro do clube, e não apenas em espectador.
“O Corinthians é do povo, e o povo precisa ser ouvido. Queremos um clube mais democrático, transparente e moderno”, afirma um dos integrantes do Voz Corinthiana.
O movimento também utiliza as redes sociais para divulgar suas ideias e promover debates sobre o futuro do clube. A expectativa é de que o coletivo apresente suas sugestões formais durante o processo de revisão do estatuto, que deve ser conduzido nos próximos meses pelo Conselho Deliberativo.
Além das propostas políticas, o grupo pretende organizar eventos e rodas de conversa com ex-dirigentes, sócios e especialistas em governança esportiva, com o objetivo de reunir ideias e construir um modelo mais participativo.
O tema da reforma do estatuto é considerado crucial nos bastidores do Parque São Jorge. Dirigentes, conselheiros e diferentes alas da torcida reconhecem que o Corinthians precisa modernizar suas práticas administrativas e criar regras que favoreçam maior transparência e profissionalização.
Para o “Voz Corinthiana”, a transformação só será legítima se incluir quem faz parte da essência do clube: a torcida.
“A Fiel sempre esteve presente nas arquibancadas e agora quer estar presente também nas decisões. O Corinthians nasceu do povo e deve continuar sendo do povo”, reforçam os organizadores.