
A Copa do Mundo de 2026 alcançou uma marca histórica em sua reta decisiva. Depois de 36 anos, o torneio volta a ter uma fase semifinal formada exclusivamente por seleções que já conquistaram o título mundial, reunindo quatro das maiores potências da história do futebol.
Os confrontos colocam frente a frente França e Espanha, nesta terça-feira, em Dallas, enquanto Inglaterra e Argentina disputam a outra vaga na decisão na quarta-feira, em Atlanta.
A última vez que isso aconteceu foi na Copa do Mundo de 1990, na Itália. Na ocasião, as semifinais reuniram Alemanha Ocidental, Argentina, Itália e Inglaterra, todas campeãs mundiais. Desde então, seleções sem títulos, como Croácia, Bélgica, Holanda, Bulgária, Turquia, Coreia do Sul e Marrocos, marcaram presença entre as quatro melhores em diferentes edições.
O cenário de 2026 reforça o peso histórico da reta final da competição. Somadas, as quatro semifinalistas acumulam dez títulos mundiais: Argentina (3), França (2), Espanha (1) e Inglaterra (1), além do enorme protagonismo exercido por essas seleções nas últimas décadas.
Além da tradição, os confrontos prometem reunir algumas das maiores estrelas do futebol mundial e colocam frente a frente diferentes estilos de jogo. De um lado, França e Espanha protagonizam um duelo entre duas das seleções mais técnicas da atualidade. Do outro, Inglaterra e Argentina revivem uma das rivalidades mais emblemáticas da história das Copas do Mundo.
Com quatro campeãs em busca da taça, a edição de 2026 garante uma final entre seleções vencedoras do Mundial, algo que não acontecia desde a Copa de 2014, quando a Alemanha conquistou o tetracampeonato diante da Argentina.
